A dor, mais que qualquer outro sentimento, tem o poder de nos fazer refletir a respeito de tudo, do tempo em que vivemos, da atitude que tomamos com relação aos nossos e a nós mesmos, do que queremos e se estamos trabalhando para conseguir. Na dor, por mais que culpemos a um outro, sabendo que nossa é a responsabilidade pelo que pensamos e sentimos, somos capazes de pensar com mais clareza nos erros que cometemos, nas atitudes que podemos (e que na maioria das vezes devemos) mudar, porque é melhor pra gente, porque vai fazer com que um sentimento de satisfação nos domine, um sentimento de dever cumprido, aquele, que quando você percebe que não tá fazendo nada direito, que é um sr humano estático, que não contribui pra melhorar a vida de ninguém, nem a sua própria, some, e você não sabe mais como se sentir útil. Essa dor, assim como muitas outras dores morais, é válida, é capaz de transformar-te num ser humano melhor, desde que permaneça na memória, que seja aproveitada e reciclada, principalmente. Duro é encará-la. Aceitar suas próprias falhas, a responsabilidades de suas “mazelas”, de seus momentos ruins e lutar para melhorar a si próprio e buscar melhorar.
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